<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress/2.3.3" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>
<channel>
	<title>Comments on: #43</title>
	<link>http://pedro.aloneinkyoto.net/2008/03/29/43/</link>
	<description>estórias minhas</description>
	<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 06:52:32 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.3.3</generator>
		<item>
		<title>By: catarina</title>
		<link>http://pedro.aloneinkyoto.net/2008/03/29/43/#comment-332</link>
		<dc:creator>catarina</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 20:17:30 +0000</pubDate>
		<guid>http://pedro.aloneinkyoto.net/2008/03/29/43/#comment-332</guid>
		<description>[gosto quanto o laboratório fica assim tranquilo, o silêncio a escorregar pelas paredes brancas e a rasgar-se na monotonia do ram-ram das incubadoras, das arcas frigoríficas, dos restos dos ruídos que ficaram depois do dia ter pousado sobre tudo. pouso os dedos no teclado. o trabalho, hoje, entrou pela noite. a vontade de terminar aquilo que eu quero terminar fez-me adiar o reencontro com o meu mar. conto as horas que nos separam: preciso dele. tento concentrar-me, mas percebo que preciso de parar. de afastar os olhos e o espírito, aconchegar a alma durante cinco minutos, sossegar num qualquer canto de mim e depois sim, regressar à carga. tiro os óculos, porque me ajuda a materializar o intervalo. e assim mesmo, olhos nus, vou percorrendo as tuas palavras. é engraçado, sabes. às vezes acho que a tua escrita já me é "fácil de entender". às vezes penso que já a conheço (e a escrita é um bichinho que precisa de ser descoberto ponto a ponto, letra a letra, curva a curva). e às vezes, desfazes-te assim nas minhas mãos em laivos de quase-poesia-quase-oração e eu percebo que ainda há muito por nascer. na tua escrita.]

e o teu irmão é lindo. lindo, lindo. tem pedacinhos de noite nos olhos e uma promessa de desassossego nos lábios. lindo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[gosto quanto o laboratório fica assim tranquilo, o silêncio a escorregar pelas paredes brancas e a rasgar-se na monotonia do ram-ram das incubadoras, das arcas frigoríficas, dos restos dos ruídos que ficaram depois do dia ter pousado sobre tudo. pouso os dedos no teclado. o trabalho, hoje, entrou pela noite. a vontade de terminar aquilo que eu quero terminar fez-me adiar o reencontro com o meu mar. conto as horas que nos separam: preciso dele. tento concentrar-me, mas percebo que preciso de parar. de afastar os olhos e o espírito, aconchegar a alma durante cinco minutos, sossegar num qualquer canto de mim e depois sim, regressar à carga. tiro os óculos, porque me ajuda a materializar o intervalo. e assim mesmo, olhos nus, vou percorrendo as tuas palavras. é engraçado, sabes. às vezes acho que a tua escrita já me é &#8220;fácil de entender&#8221;. às vezes penso que já a conheço (e a escrita é um bichinho que precisa de ser descoberto ponto a ponto, letra a letra, curva a curva). e às vezes, desfazes-te assim nas minhas mãos em laivos de quase-poesia-quase-oração e eu percebo que ainda há muito por nascer. na tua escrita.]</p>
<p>e o teu irmão é lindo. lindo, lindo. tem pedacinhos de noite nos olhos e uma promessa de desassossego nos lábios. lindo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: anónima porque sim</title>
		<link>http://pedro.aloneinkyoto.net/2008/03/29/43/#comment-331</link>
		<dc:creator>anónima porque sim</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Mar 2008 23:38:59 +0000</pubDate>
		<guid>http://pedro.aloneinkyoto.net/2008/03/29/43/#comment-331</guid>
		<description>Nunca sei muito bem o que escrever quando te leio com um nó de garganta. Sei o sentido desses discos. Reconheço-me no sentido de algumas dessas lágrimas. E a música está sempre lá.

Abracinho*</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca sei muito bem o que escrever quando te leio com um nó de garganta. Sei o sentido desses discos. Reconheço-me no sentido de algumas dessas lágrimas. E a música está sempre lá.</p>
<p>Abracinho*</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
